quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Banquete do amor

Ao som de mantras, os devotos da ISKCON de Brasília embalaram o Banquete do Amor, distribuição de prasada promovida por Adwaita Chandra Das com o apoio do centro Cultural Hare Krishna e de voluntários. Foi um brunch servido no Mutirão de Limpeza e Cuidado com a Quadra HCGN 713, no domingo 28 de setembro, uma iniciativa do Espaço Swaha, de Yoga e terapias Ayurvédicas.




O Banquete do Amor é uma atividade social e de confraternização que integra o programa Alimentos para a Vida, da Sociedade Internacional da Consciência de Krishna (ISKCON), fundada em 1966 na América, por A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada.  O programa incentiva a distribuição gratuita de comida vegetariana, em lugares públicos. O encontro do Mutirão de Limpeza com o Banquete do Amor reuniu a colaboração de comerciantes, moradores e frequentadores do local. Gente que se mostra proativa, no que se refere ao tema qualidade de vida.          

                                                                                                                                                                                







No cardápio do banquete, frutas e sucos diversos, pão integral doce e de sal, e uma salada de macarrão bem colorida. Uma refeição vegetariana, no estilo vegano, saborosa, nutritiva e leve, bem apropriada para os dias de calor que assolam Brasília. O clima de confraternização foi animado pelo bhajana, canto de mantras, que ficou por conta de Rasa-Lila Devi Dasi, Krishna Kanti Devi Dasi, da ISKCON de Brasília, e dois brahmacharis, os monges Nrsimhananda Das e Dhira Caitanya Das, que na ocasião faziam sankirtana, pregação com distribuição de livros, na cidade.








A intenção de Adwaita Chandra Das é que o Banquete do Amor ocorra uma vez por mês em vários pontos da cidade, como parques, instituições acadêmicas, áreas carentes, orfanatos, escolas e hospitais. Foi o primeiro esse que aconteceu junto com o mutirão de limpeza promovido pelo Espaço Swaha. Outros virão, garante Adwaita Chandra Das, que não aparece nas fotos porque estava por trás da câmera.


domingo, 21 de setembro de 2014

Caitanya Śataka

Comentários de um paraṁahansa
para uma obra transcendental


gīyate yai ratitvena
caitanya-śatakaṁ muda
paṭhyate śrūyate tais tu
prāptaḥ syāt śrī-śacīsutaḥ̣

Esta é a bênção de Śrīla Sārvabhauma Bhaṭṭācārya para quem ler o seu Caitanya Śataka. Ela diz: “Quem quer que regularmente, com devoção e apego, ouça e cante este Caitanya-śatakaṁ certamente alcançará os pés de lótus do filho de Śrīmati Śacī-devī, onde encontrará ocupação no serviço amoroso”.

Ela também abre a única versão em Português do Caitanya Śataka, de Śrīla Sārvabhauma Bhaṭṭācārya, traduzida do Sânscrito por Mukunda Das e comentada por Chandramukha Swami. Maharaja Chandramukha admite que sem o trabalho de Mukunda Das o acesso às verdades nectáreas do Śrī Caitanya Śataka seria impossível.

Lançada em 2013, trata-se de uma ousadia da editora Govinda Sons e Letras, reunindo os cem versos originais de glorificação a Śrī Caitanya Mahāprabhu, em transliteração latina do Sânscrito, tradução para o Português de palavra por palavra e do verso, e o brilhante comentário de Chandramukha Swami. Que, deleitou-se ao constatar que as verdades contidas no Caitanya Śataka são as mesmas íntimas e profundas encontradas no Caitanya-caritāmṛta, o livro apresentado pelos Vaiṣṇavas como o estudo pós-graduado da consciência de Kṛṣṇa.

No Prefácio, autor dos comentários explica que isso acontece porque “ambos tratam de revelações extremamente confidenciais sobre prema-tattva, a verdade concernente ao amor espiritual supremo intercambiado entre Śrī Kṛṣṇa e Śrīmati Rādhārānī, que ocorre na associação das vrajas-gopīs, as mais íntimas do Casal Divino”. Por se tratar de um tópico secreto, recomenda-se não discuti-lo abertamente em público não Vaiṣṇava, pois destina-se somente aos paramahaṁsas, verdadeiros cisnes transcendentais.



Ainda no Prefácio, Chandramukha Swami explica que todas as escrituras reveladoras das glórias de Śrī Caitanya concordam num ponto: “nada se compara à Sua misericórdia, que pode outorgar amor a Deus até a uma pessoa cheia de ofensas!”. Ou seja, segundo Chandramukha Swami , “a dádiva mais rara do Universo, kṛṣṇa-prema, se propõe a vir sem demora ao encontro daquele que invocar os nomes de Caitanya com pureza e sinceridades, expurgando todas as ofensas alojadas no coração”.

Sārvabhauma Bhaṭṭācārya, autor do Caitanya Śataka, na ocasião do aparecimento de Śrī Caitanya, era supervisor do Templo do Senhor Jagannātha, em Purī. Depois de um debate entre o Senhor Caitanya e Sārvabhauma Bhaṭṭācārya sobre a autoridade das escrituras védicas, especificamente do Vedānta-sūtra, o segundo, seguidor impersonalista de Śaṅkarācārya, viu-se derrotado por Caitanya Mahaprabhu. Este, por sua vez, apresentou de 18 maneiras diferentes o verso ātmārāma, do Bhāgavatam (1.7.10).

Dissipadas, então, todas as dúvidas de Sārvabhauma Bhaṭṭācārya, ele se rendeu aos pés do Senhor Caitanya, que, por misericórdia, revelou-lhe Sua forma ṣaḍ-bhūja-murtī, a personificação simultânea de Caitanya, Rama e Kṛṣṇa. Após o que, imediatamente Sārvabhauma Bhaṭṭācārya compôs o Caitanya Śataka.

Antes de comentar o Caitanya Śataka, Chandaramukha Swami já havia escrito 20 livros. Depois deste, já lançou mais um e tem outro no forno. Ao compreender que esta se trata de uma obra que se destina, entre o público Vaiṣṇava, aos paramahaṁsas, verdadeiros cisnes transcendentais, Maharaja Chandramukha revela que chegou a sentir-se desconcertado. Achou que seria muita ousadia desejar comentar versos tão elevados.

Mas, ainda bem que Chandaramukha Swami não conseguiu resistir o ímpeto e presenteou, com um trabalho esplendoroso, o público Vaiṣṇava que se interessa por kṛṣṇa-prema. Tão inspirada, respeitosa e filosoficamente abordados, os tópicos dos comentários se fundamentam em várias citações de shastras, que pouco a pouco revelam e ilustram as realizações do comentarista. Como sempre, muito agradáveis de serem apreciadas e carregadas de conhecimento transcendental, pois brotam de um verdadeiro paramahaṁsa.

Uma obra clássica da literatura Vaiṣṇava que não pode faltar nos estudos filosóficos dos seguidores do Senhor Caitanya, o maior e mais misericordioso distribuidor de amor por Deus de todas as eras e que, além de tudo traz uma bênção. Encadernadas em brochura, com capa belamente ilustrada pela forma ṣaḍ-bhūja-murtī do Senhor Caitanya, são 183 páginas de puro néctar. De fato, leitura abençoada


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Bhaktivedanta Book Trust a casa torna

Em entrevista, Nanda Kumara Das, diretor da Bhaktivedanta Book Trust no Brasil, anuncia que a BBT está de volta ao seu antigo prédio próprio em Pindamonhangaba (SP) e admite que não vão bem as finanças da editora conhecida como "o coração de Srila Prabhupada", o Acharya fundador da BBT e da Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna (ISKCON). Mas, mesmo assim, destemido e esperançoso, ele enxerga o futuro com bons olhos e revela que ainda tem planos e muitos sonhos a conquistar à frente da editora.


Um bom filho a casa sempre torna. A divisão brasileira da Bhaktivedanta Book Trust (BBT), editora que publica clássicos da literatura védica no Brasil, está de volta ao seu antigo endereço em Pindamonhangaba (SP) - Rua Estados Unidos, número 340, Parque das Nações. Aliás, o primeiro desde que saiu da casa que ocupava na Fazenda Nova Gokula e que hoje é uma pousada (fotos abaixo).

Primeira instalação da BBT, na Fazenda Nova Gokula
Prédio próprio da BBT em Pindamonhangaba (SP) atualmente em reforma. 

Depois de sair de Pindamonhangaba, a BBT teve dois locais de referência no Distrito Federal, onde aportou no ano 2000. Um no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, e o outro no Cruzeiro, região administrativa com status de cidade. Retornou a São Paulo em 2009, já sob comando de Nanda Kumara Das e cuidado presente do trustee Hanuman Das, atual representante no Brasil do Corpo Administrativo Internacional da ISKCON (GBC). A BBT instalou-se na maior capital do país, onde se estabeleceu até 2013 na Vila Prudente, depois de algumas mudanças a cada vez que o estoque aumentava.

Nanda Kumara Das admite que, quando assumiu a BBT, não imaginava voltar. Mas, há um ano e meio, começou a pensar que a volta seria melhor. Seria como devolver a Srila Prabhupada algo que pertence a ele. “A casa foi construída para abrigar a BBT”, argumenta. Para que isso acontecesse, a primeira etapa seria conseguir a casa de volta, e ela estava alugada. “Mas, por arranjo de Krishna, a empresa locatária devolveu o imóvel”, explica, como se relatasse um milagre que chegou a boa hora.

O momento seguinte foi um desafio – como transferir toda a BBT de São Paulo para Pindamonhangaba? Todos da equipe tinham sua vida em São Paulo. Ao final, todos sobreviveram, mas somente dois não puderam acompanhar essa mudança. Tomaram outro rumo e, como tiveram oportunidade de se qualificar profissionalmente na BBT, agora estão bem. Hoje a BBT tem nova equipe, com membros novos que se somaram aos remanescentes da mudança.

O sorriso de Yamuna, a chef que se juntou à turma antiga. 
Gente que aumenta as fileiras.
A convicção de quem preferiu acompanhar de perto a transferência.
A nova equipe se refaz e toma conta da casa.

Com certeza, a volta da BBT para Pindamonhangaba promoveu verdadeira reviravolta na vida de todos que até então formavam seu staff. Até mesmo na vida de quem não integrava o grupo. Sri Bhakti Devi Dasi, esposa de Nanda Kumara Das, teve de optar entre um emprego estável e acompanhar o marido na empreitada. Ela agora administra o Escritório Central do Corpo Governamental da ISKCON no Brasil, o CGB, instalado no prédio da BBT. Mas teve de renunciar ao emprego.

Embora tenha promovido mudanças na vida de todos os integrantes da família BBT, a volta da editora para Pindamonhangaba não era tão difícil de ser imaginada desde que, em 2008, Hanuman Das resolveu abrir em São Paulo uma divisão para sankirtana da BBT, que ainda estava em Brasília. Nanda Kumara Das criou então o site sankirtanashop para vender livros e, com o lucro, pagar funcionários. Segundo Nanda Kumara Das, foi o que viabilizou a contratação em dedicação exclusiva de Narada Muni Das, o diretor de programação visual da BBT. “Isso foi algo fundamental que conduziu a BBT para um profissionalismo maior”, explica Nanda Kumara Das.

Narada Muni Das, à frente da programação visual

“O sankirtana explodiu”, conta Nanda Kumara Das. De 16 mil em 2009, o número de livros vendidos pulou para 120 mil no ano seguinte. A casa de Nanda Kumara Das se entupiu de livros por todos os cômodos. A avó de sua esposa então cedeu uma casa em aluguel para servir de depósito da BBT. Gopa Vrindapala Das e Prabhupada Pryia ficaram na casa sem ônus para eles. Enfim, eles casaram e passaram a trabalhar também na BBT.

Novamente aumentou a impressão de livros e, então, a BBT precisou de outra casa. Dessa vez foi o cunhado de Nanda Kumara Das quem ajudou. Ele alugou um prédio de três andares para a BBT, por um preço 30% mais barato que o de mercado. “Assim, nós pudemos receber 100 mil livros impressos na China”, recorda-se Nanada Kumara Das. Já que o prédio oferecia condições, no primeiro andar a BBT abriu o Centro Cultural em Vila Prudente. São Paulo, nessa época estava sem templo.

“Foi assim que montamos uma estrutura, e a BBT ganhou postura empresarial”, comenta Nanda Kumara Das. Sua primeira meta foi desenvolver um sistema administrativo que evitasse as constantes perdas de documentos e arquivos de computador. Hoje a BBT Brasil é a primeira do mundo que desenvolveu um software administrativo próprio. Por meio dele, ontrola desde fluxo de caixa, departamento de pessoal e estoque. “É um sistema organizado de produção”, garante o diretor da BBT Brasil. Para tanto, Nanda Kumara Das contou com recursos particulares da família e ajuda de Sri Krishna Murti Das, secretário de Comunicação da ISKCON Brasil.

Em 2011, a meta de livros vendidos chegou a 200 mil. Em 2012, esse resultado atingiu 300 mil. O prédio de três andares começou a ficar pequeno, e Nanda Kumara Das a pensar que seria melhor voltar para Pindamonhangaba. Em 2013, o diretor da BBT assumiu também a Fundação Bhaktivedanta (FB), que naquele momento exigia mais sua atenção do que a BBT. Esta, por sua vez passou, então, a pagar as contas da FB.

Mesmo que a  BBT tenha entrado em 2014 no vermelho, seu diretor está a todo vapor na reforma do antigo prédio próprio em Pindamonhangaba.“Não podemos recuar da meta de 300 mil livros”, explica Nanda Kumara Das. “Na última maratona, foram vendidos 52 mil livros. A BBT está em marcha de crescimento que não pode parar, para que o sankirtana não diminua”, argumenta.

Dwarkadisha Das muda o cenário

Nanda Kumara Das garante que tem motivos para acreditar que a BBT já conquistou o mercado livreiro, área na qual se viu obrigado a se especializar em 2012. “A BBT era vista no mercado como um grupo que imprimia apostilas em offset”, recorda-se. Ele conta que houve um momento em que a BBT trabalhava como editora. Depois, passou a imprimir livros sem ISBN. 

O International Standart Book Number (ISBN) é um sistema internacional padronizado, que identifica numericamente os livros, segundo título, autor, país e editora, individualizando-os inclusive por edição. Também utilizado para identificar software, seu sistema numérico é convertido em código de barras, o que elimina barreiras linguísticas e facilita a circulação e comercialização das obras. Criado e 1967 por editores ingleses, o sistema passou a ser amplamente empregado, tanto por comerciantes de livros quanto por bibliotecas, até ser oficializado, em 1972, como norma internacional pela International Organization for Standartization – ISO 2108 – 1972.

“A BBT teve de mudar seu conceito sobre livros”, explica Nanda Kumara Das. Preparou, então, um catálogo pequeno para o mercado e lançou o selo Sankirtana Books, para ampliar o catálogo. Vídeos e peças publicitárias foram produzidos para promover a BBT como a maior editora de clássicos védicos no mundo. O livro Isopanishads foi apresentado para as livrarias como obra clássica. Assim, a BBT entrou no mercado livreiro pelas portas de uma grande rede de livrarias. “O comprador quis saber onde estávamos até então”, lembra-se Nanda Kumara Das.

Entre 2012 e 2013, foram vendidas em livrarias 90% das impressões da Bhagavad-gita de luxo, cerca de dois mil exemplares. “Além de outros livros”, acrescenta o diretor da BBT. A partir daí, a editora começou a publicar também livros de membros da ISKCON, por meio do selo Sankirtana Books. “Já estamos na segunda edição do livro de Gunesvara Das, sobre astrologia e terapia. Ele e o livro de Giridhari Das estão nas livrarias” – acrescenta Nanda Kumara Das.

Convidado para dirigir a BBT Cono Sur, Nanda Kumara Das tem planos para reestruturar a BBT Brasil para voltar ao plano de impacto de mercado, ou seja, torná-la competitiva. Quer entender um pouco mais o que seja a BBT; fazer com que Srila Prabhupada seja conhecido e com que a BBT atue em outros meios, como é o caso de e-books. Ela já dispõe de uma equipe trabalhando com aplicativos para celular e todo equipamento necessário para colocar uma rádio no ar, de forma profissional e duradoura.



Nanda Kumara Das tem planos de montar uma TV na internet e uma agência de publicidade na BBT. “Queremos produzir vídeos-documentários e queremos trabalhar com intervenção publicitária direta” – revela o diretor da Bhaktivedanta Book Trust. Mas não é só. Vem muito mais por aí, promete Nanda Kumara Das, por enquanto, fazendo segredo. O que afinal confirma um ditado da sabedoria chinesa que diz: “As crianças contam o que fazem, os velhos contam o que fizeram, e só os tolos contam o que vão fazer”.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Curso de Comunicação da ISKCON em Nova Gokula

Sadhusanga do bom e do bem
Anuttama Das, diretor de internacional de Comunicação da ICSKCON – acompanhado de Hanuman Das, representante do Corpo Diretor Internacional da ISKCON e de Baladeva Das, editor do ISKCON NEWS – reuniu 56 participantes no curso de Comunicação que ministrou nos dias 13 e 14 de setembro na Fazenda Nova Gokula, em Pindamonhangaba. O curso, gratuito, foi destinado a todas as lideranças, formadores de opinião e devotos que trabalham em atividades de Comunicação nos diferentes Yatras da ISKCON. Também foi ministrado em Campina Grande (PB), para o mesmo público alvo no Nordeste.
O objetivo de Anuttama Das com esse curso é capacitar os membros da ISKCON que voluntariamente possam se engajar no trabalho de divulgação das celebrações dos 50 anos da ISKCON no Brasil, ao longo de 2015 e 2016. Paralelo ao curso, Anuttama Das, Hanuman Das e Baladeva Das reuniram-se com os secretários de Comunicação da ISKCON Brasil, Sri Krishna Murti Das e Vanavihari Devi Dasi, e todos que prestam serviços voluntários de Comunicação à ISKCON. A reunião abordou as estratégias de Comunicação da ISKCON para as celebrações do seu cinquentenário Brasil.
Nessas estratégias, destacam-se as celebrações dos festivais Goura Purnima, Janmastami e Diwalli juntamente com Govardhana Puja, para que ISKCON alcance seus públicos alvos, entre eles a mídia. O curso de Comunicação de Comunicação ministrado por Anuttama Prabhu em Campina Grande e Nova Gokula, em Pindamonhangaba, é o pontapé inicial para a preparação e a capacitação de todos os yatras da ISKCON Brasil para a realização desses eventos, de forma que chamem a atenção nacional e internacional para a instituição e seu fundador Acharya A. C. Bhaktivedhanta Swami Prabhupada.
Sadhusaga do bom, porque o Curso de Comunicação da ISKCON apoia-se no que há de mais moderno em teorias, técnicas e fundamentos da Ciência da Comunicação. Do bem, porque as práticas vivenciais em grupo conduzem os participantes a experimentarem amor e confiança, além das normas de etiqueta Vaishnava, necessários para o bom relacionamento entre os membros da ISKCON, no serviço devocional a Krishna.